Como o Sensoriamento Remoto torna Possível o Monitoramento de Regiões Florestadas e do Crescimento Urbano?

24 Apr 2018

A proteção de áreas florestadas é essencial para a manutenção da biodiversidade no país, o desmatamento – devido ao manejo de terras com o avanço da urbanização - vem sendo pauta de debates sobre questões de sustentabilidade e preservação ambiental há décadas. Um dos motivos que tornam o combate a esse tipo de prática tão desafiador é a escala com que lidamos com este tipo de problema, o território brasileiro corresponde a 8.516.000 km², fato que, por si só, já torna extremamente custoso e logisticamente inviável o monitoramento e combate ao desflorestamento apenas com equipes em solo.

Uma situação semelhante acontece nas regiões próximas às áreas urbanas: conforme as cidades vão crescendo e novas casas são construídas, regiões com vegetação vão sendo retiradas, muitas vezes, sem o mínimo conhecimento sobre a flora ali presente. Este processo, quando feito sem um estudo e planejamento prévio, é muito prejudicial - não só pela retirada de mata nativa de forma irresponsável, mas também para os futuros moradores dessa região, que podem vir a sofrer com desastres como deslizamentos de terra e enchentes.

 

A chave para combater esse desmatamento e impedir que o manejo das terras seja feito de forma imprópria é o sensoriamento remoto.

 

O sensoriamento remoto é o processo de detectar e monitorar características físicas de uma área através do uso de sensores sem contato direto com o alvo, que medem a radiação emitida e refletida da Terra. Estes sensores são tipicamente equipados em aviões e satélites, o que possibilita a observação de áreas extensas de forma detalhada.

As informações geradas através do estudo das imagens obtidas por esta ferramenta permitem a tomada de decisões vitais, como o acionamento de órgãos ambientais para fiscalizar moradias irregulares em áreas de preservação, de forma que não haja riscos nem em um panorama ambiental, nem em um panorama social, de deslizamentos de construções em locais inaptos.

 

As imagens podem ser dividas através de sua resolução espacial, isto é, o nível de detalhamento com que podemos observar objetos na superfície terrestre. Em uma imagem com resolução espacial de 10 metros, por exemplo, cada pixel da imagem representa uma área real de 10 metros quadrados, o que significa que objetos de tamanho menor não serão tão facilmente identificáveis. Existem, porém, uma grande variedade de sensores, com resoluções espaciais que podem ir de 0,30m até grandes resoluções como 30m, cada um específico para um tipo de acompanhamento.

O sensoriamento remoto é uma ferramenta extremamente vantajosa para quem decide utilizá-la, oferecendo a melhor relação custo-benefício para quem precisa estudar uma região. Permite a observação de áreas de qualquer tamanho com riqueza de detalhes e sem a necessidade de enviar equipes a locais, algumas vezes, de difícil acesso.  A versatilidade e praticidade desta ferramenta a torna indispensável para o planejamento urbano e o combate ao desmatamento, ajudando no planejamento de um futuro mais seguro e sustentável.

 

Caso tenha se interessado, e deseja saber mais sobre o Sensoriamento Remoto, a Xisto pode te ajudar!

 

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